Sócrates
teria cerca de 20 milhões de euros no BES, mas retirou-os quando
soaram os primeiros alarmes da crise no banco no final de 2013. O
dinheiro foi dividido por seis bancos,
num gesto que poderá estar na origem da investigação.
Essas transações terão servido de gatilho à investigação o ex-governante teria cerca de 25 milhões de euros numa conta offshore na Suíça em nome do amigo Carlos Santos Silva. Em 2010, no entanto, terá repatriado esse dinheiro que detinha no UBS através do regime previsto para o efeito, o RERT (Regime Extraordinário de Regularização Tributária), que, de resto, tinha sido criada durante o seu mandato à frente do Executivo.
Essas transações terão servido de gatilho à investigação o ex-governante teria cerca de 25 milhões de euros numa conta offshore na Suíça em nome do amigo Carlos Santos Silva. Em 2010, no entanto, terá repatriado esse dinheiro que detinha no UBS através do regime previsto para o efeito, o RERT (Regime Extraordinário de Regularização Tributária), que, de resto, tinha sido criada durante o seu mandato à frente do Executivo.
Chegado a
Portugal, o dinheiro seria então depositado no BES,
segundo escreve o Correio da Manhã. Entre setembro e outubro de 2013, terá então fatiado a
fortuna entre
seis bancos: BCP, CGD, BPI, Deutsche Bank, Barclays e ainda
Montepio,
a uma média de 4 milhões de euros por cada um (exceto no Montepio,
onde o valor depositado seria mais residual).
Nessa altura, segundo o CM, os 25 milhões de euros já não seriam 25 mas sim cerca de 20, depois de o ex-governante ter gasto três milhões na compra do apartamento em Paris e cerca de dois milhões terem sido utilizados em “gastos correntes”.
Nessa altura, segundo o CM, os 25 milhões de euros já não seriam 25 mas sim cerca de 20, depois de o ex-governante ter gasto três milhões na compra do apartamento em Paris e cerca de dois milhões terem sido utilizados em “gastos correntes”.
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