“Eles
não têm coragem de me prender”, terá dito
Sócrates a Carlos Santos Silva, de acordo com o Correio da Manhã,
citando as escutas telefónicas que estão na base da “Operação
Marquês”.
José Sócrates terá sido confrontado no primeiro interrogatório com as conversas que manteve com os amigos ao longo dos meses em que esteve sob escuta. Nelas, e segundo o CM, ironizava sobre o processo, criticava abertamente os magistrados do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e terá, mesmo, ameaçado mobilizar a opinião pública contra a Justiça.
José Sócrates terá sido confrontado no primeiro interrogatório com as conversas que manteve com os amigos ao longo dos meses em que esteve sob escuta. Nelas, e segundo o CM, ironizava sobre o processo, criticava abertamente os magistrados do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e terá, mesmo, ameaçado mobilizar a opinião pública contra a Justiça.
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