segunda-feira, 18 de maio de 2015

Investigação acredita que Sócrates e Carlos Santos Silva terão criado um esquema que permitiu a Sócrates adquirir duas casas em Lisboa e um terreno em Sintra

José Sócrates sempre disse que apenas era dono de um apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa.
Carlos Santos Silva terá comprado um apartamento na Rua Manuel Fonseca, em Lisboa, tendo este sido pago com um 
leasing bancário, primeiro a partir de uma conta no Banco Espírito Santo e, depois, através de uma conta no Barclays. No entanto, a investigação detetou movimentos de dinheiro entre esta última conta e uma outra também no Barclays que levantaram suspeitas: o dinheiro circularia de uma conta para outra para cobrir as despesas do leasing bancário.
Este, alegado, esquema de circulação de dinheiro poderá ser uma das peças do puzzle “Operação Marquês”.
Mas há mais: um ano depois, em 2007, o mesmo esquema de circulação de dinheiro terá sido utilizado para a aquisição de um terreno na Quinta da Beloura, em Sintra.
Já o terceiro negócio suspeito envolve um apartamento na Rua Soeiro Pereira Gomes, também em Lisboa. O imóvel foi comprado em 2010 – já com José Sócrates como primeiro-ministro – ao fundo de investimento Imolux, através de uma conta no BES.
Escreveu Carlos Alexandre que essa conta do B
ES, “que se indicia ser um património apenas sob gestão de Carlos Santos Silva, na realidade pertence a José Sócrates Pinto de Sousa”.

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