Apesar
de existirem escutas no processo – como aquelas em que João Perna
revelaria o esquema – a investigação baseia-se em documentação
recolhida ao fim de mais de um ano de recolha no terreno.
Acções da PSP e da Autoridade Tributária terão recolhido um conjunto de
documentação, também fruto do levantamento do sigilo bancário, e
ainda documentação que estava numa caixa numa empresa em
Alvalade, onde José Sócrates guardava documentos.
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