Chama-se
Rui Mão de Ferro, é sócio ou administrador de empresas de Carlos
Santos Silva e terá sido na casa dele que o Ministério Público
encontrou vários documentos relacionados com a investigação.
Segundo
se sabe, além de sócio de Carlos Santos Silva será também o seu
braço direito, e essas fortes ligações ao
empresário terão
tornado Rui Mão de Ferro num dos alvos da investigação.
Já
nas buscas efetuadas pelos investigadores, foram encontrados na casa
do também empresário vários documentos úteis ao processo, alguns
relacionados com os apartamentos que Santos Silva comprou à mãe de
José Sócrates e outros que estabeleciam relações contratuais
entre Santos Silva e o motorista de José Sócrates, João Perna.
Rui
Mão de Ferro já havia sido referido no processo como uma das
pessoas que terá ajudado a comprar 12 mil exemplares do livro do
ex-primeiro-ministro “A Confiança no Mundo”, e estaria
na mira da investigação por alegadamente servir para evitar a
ligação direta entre Rui Pedro Soares e Santos Silva na compra de
direitos televisivos da Liga espanhola de futebol por Rui Pedro
Soares, através da empresa Worldcom- da qual Santos Silva é também
acionista.
Esta aquisição terá sido financiada, em 2011, pela empresa Walton Grupo Inversor, de Santos Silva. O Ministério Público suspeita que Carlos Santos Silva tenha usado dinheiro de José Sócrates neste negócio. Mão de Ferro é administrador da Proengel II International Projects, outra das empresas de Santos Silva, cujo domicílio fiscal é o mesmo da Walton Grupo Inversor 21 (sucursal da Walton Grupo Inversor, com sede em Barcelona).
Esta aquisição terá sido financiada, em 2011, pela empresa Walton Grupo Inversor, de Santos Silva. O Ministério Público suspeita que Carlos Santos Silva tenha usado dinheiro de José Sócrates neste negócio. Mão de Ferro é administrador da Proengel II International Projects, outra das empresas de Santos Silva, cujo domicílio fiscal é o mesmo da Walton Grupo Inversor 21 (sucursal da Walton Grupo Inversor, com sede em Barcelona).
Rui
Pedro Soares afirmou, na altura, aquele jornal que Santos Silva
financiou a sua empresa na compra dos direitos de transmissão
televisiva, que terão custado cerca de três milhões de euros. E,
ainda, que além da Worldcom, empresa que tem como accionistas
familiares seus e de Santos Silva, também outra sua empresa, a
Codecity Players Investment (CPI), que se dedica à compra de passes
de jovens promessas de futebol, tem como acionista a Walton Grupo
Inversor.
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