António José Morais, ex-professor
de Sócrates, é constituído arguido suspeito de pressionar a família do empresário Santos Silva para
que este diga que a sua fortuna pertence ao ex-primeiro-ministro José
Sócrates
Na
origem do processo está uma queixa apresentada pela advogada de
Carlos Santos Silva, Paula Lourenço.
António
Morais, que chegou a trabalhar com o ex-ministro Armando
Vara, sentou-se
no banco dos réus com uma ex-companheira, acusados de corrupção e
branqueamento de capitais na construção de uma estação de
tratamento de lixo na Cova da Beira. Ambos foram absolvidos.
Antes
desta acusação, António José Morais chegou a dar aulas na
Universidade Independente. Foi professor de José Sócrates em quatro
disciplinas.
Em 2005, quando Sócrates chegou ao poder como
primeiro-ministro, o engenheiro António José Morais foi nomeado
para o Instituto de Gestão Financeira e Infraestruturas do
Ministério da Justiça. Saiu ao fim de nove meses.
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