Nas várias escutas incluídas no processo, foram captadas conversas com André Figueiredo, antigo chefe de
gabinete de José Sócrates, a quem o ex-primeiro-ministro terá
confiado uma quantia entre 10 mil e 50 mil euros em numerário
para ajudar na operação montada, alegadamente, para aumentar
as vendas do livro escrito por José Sócrates, “A Confiança
no Mundo”.
Segundo
o semanário Sol, a maior parte dos exemplares teria sido
comprada pelo próprio ex-primeiro-ministro, com a ajuda de Carlos
Santos Silva e Gonçalo Ferreira.
O livro de José Sócrates, “A confiança no mundo”, sobre a prática da tortura em democracias, vendeu 16.539 dos pouco mais de 18 mil exemplares colocados em circulação desde outubro de 2013. De acordo com os dados fornecidos ao Observador pela Babel, editora da obra, foram impressas 18.372 cópias.
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