Há
suspeitas de que o contrato de março de 2014 que envolve
a Intelligent Life Solutions terá servido para
financiar o pagamento de uma consultoria mensal a José Sócrates.
Esta consultoria tinha sido facultada através da Dynamicspharma,
pequena empresa farmacêutica de Lalanda e Castro (também administrador da Octapharma), mas a empresa terá servido para dissimular a origem dos fundos
pagos ao ex-primeiro-ministro e que seria seria o Grupo Lena que
ganhou muitos contratos com o Estado.
A Intelligent Life Solutions, empresa inglesa usada no contrato é gerida por dois diretores de firmas “virtuais”, criadas na Ilha de Man. Esta empresa fechou um contrato de aproximadamente meio milhão de euros com uma outra sociedade, a XMI – Management Investment que segundo o jornal é detida pelos irmãos Barroca, acionistas do Grupo Lena, e onde Carlos Santos Silva também tem uma participação.
A Intelligent Life Solutions, empresa inglesa usada no contrato é gerida por dois diretores de firmas “virtuais”, criadas na Ilha de Man. Esta empresa fechou um contrato de aproximadamente meio milhão de euros com uma outra sociedade, a XMI – Management Investment que segundo o jornal é detida pelos irmãos Barroca, acionistas do Grupo Lena, e onde Carlos Santos Silva também tem uma participação.
Fonte oficial da Lena diz ao Expresso que o
grupo assinou um contrato com a XMI para a supervisão de
equipamentos nos hospitais que está a construir na Argélia, tendo
esta empresa fechado mais tarde outro contrato com a Intelligent Life
Solutions, a sociedade de Londres ligada a Lalanda e Castro, no
quadro do mesmo negócio.
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