domingo, 17 de maio de 2015

21/02/2015 - Administrador da Octapharma, Paulo Lalanda Castro, foi constituído arguido, depois de ter sido ouvido a seu pedido

Administrador da farmacêutica Octapharma, Paulo Lalanda Castro, foi constituído arguido no âmbito da "Operação Marquês", depois de ter sido ouvido, "a seu pedido", pelo procurador Rosário Teixeira.
Ficou sujeito à medida de coação de “termo de identidade e residência, como é de lei” está indiciado por fraude fiscal e branqueamento de capitais.
Paulo Lalanda Castro relacionou-se pessoalmente com José Sócrates a partir de meados de 2012, “quando o conheceu em Paris, cidade onde ambos tinham morada”, não tendo tido qualquer relacionamento antes dessa data.
Nesse momento entendeu que a contratação de José seria uma mais-valia  e nasceu “uma relação de prestação de serviços”, primeiro com a Octapharma AG, em 2013, e depois com a DynamicsPharma, em meados de 2014.
Em março de 2014, Sócrates apresentou a Paulo Lalanda Castro o engenheiro Carlos Santos Silva, que lhe propôs uma prestação de serviços de revisão técnica de projetos relativos a hospitais a construir na Argélia, que veio dar lugar a um contrato celebrado entre a empresa Intelligent Life Solutions LLP, sediada no Reino Unido, e a XMI, do Grupo Lena, então representada por Santos Silva. Todo esse relacionamento está devidamente documentado, sendo falso que a ILS seja uma ’empresa fantasma’ como tem sido noticiado, tratando-se de uma empresa com uma apreciável atividade económica, que paga os seus impostos regularmente”, vinca. Sá Fernandes advogado do novo arguido.

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