Administrador
da farmacêutica Octapharma, Paulo Lalanda Castro, foi constituído
arguido no âmbito da "Operação Marquês", depois de ter
sido ouvido, "a seu pedido", pelo procurador Rosário
Teixeira.
Ficou sujeito à medida de coação de “termo de identidade e residência, como é de lei” está indiciado por fraude fiscal e branqueamento de capitais.
Paulo Lalanda Castro relacionou-se pessoalmente com José Sócrates a partir de meados de 2012, “quando o conheceu em Paris, cidade onde ambos tinham morada”, não tendo tido qualquer relacionamento antes dessa data.
Nesse momento entendeu que a contratação de José seria uma mais-valia e nasceu “uma relação de prestação de serviços”, primeiro com a Octapharma AG, em 2013, e depois com a DynamicsPharma, em meados de 2014.
Em março de 2014, Sócrates apresentou a Paulo Lalanda Castro o engenheiro Carlos Santos Silva, que lhe propôs uma prestação de serviços de revisão técnica de projetos relativos a hospitais a construir na Argélia, que veio dar lugar a um contrato celebrado entre a empresa Intelligent Life Solutions LLP, sediada no Reino Unido, e a XMI, do Grupo Lena, então representada por Santos Silva. “Todo esse relacionamento está devidamente documentado, sendo falso que a ILS seja uma ’empresa fantasma’ como tem sido noticiado, tratando-se de uma empresa com uma apreciável atividade económica, que paga os seus impostos regularmente”, vinca. Sá Fernandes advogado do novo arguido.
Ficou sujeito à medida de coação de “termo de identidade e residência, como é de lei” está indiciado por fraude fiscal e branqueamento de capitais.
Paulo Lalanda Castro relacionou-se pessoalmente com José Sócrates a partir de meados de 2012, “quando o conheceu em Paris, cidade onde ambos tinham morada”, não tendo tido qualquer relacionamento antes dessa data.
Nesse momento entendeu que a contratação de José seria uma mais-valia e nasceu “uma relação de prestação de serviços”, primeiro com a Octapharma AG, em 2013, e depois com a DynamicsPharma, em meados de 2014.
Em março de 2014, Sócrates apresentou a Paulo Lalanda Castro o engenheiro Carlos Santos Silva, que lhe propôs uma prestação de serviços de revisão técnica de projetos relativos a hospitais a construir na Argélia, que veio dar lugar a um contrato celebrado entre a empresa Intelligent Life Solutions LLP, sediada no Reino Unido, e a XMI, do Grupo Lena, então representada por Santos Silva. “Todo esse relacionamento está devidamente documentado, sendo falso que a ILS seja uma ’empresa fantasma’ como tem sido noticiado, tratando-se de uma empresa com uma apreciável atividade económica, que paga os seus impostos regularmente”, vinca. Sá Fernandes advogado do novo arguido.
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